segunda-feira, 31 de maio de 2010

Erdinger Weissbier

No mesmo Pub da Guinness, tomamos a Erdinger clássica, uma cerveja de trigo premium. Vamos à descrição comercial dela:

"Para aqueles que apreciam um sabor inesquecivelmente bom. Carro-chefe da cervejaria Erdinger, a Erdinger clara é uma cerveja de trigo com levedura fina e tradicional maturação dentro da própria garrafa, similar aos champanhes. É uma cerveja leve, viva, muito aromática e refrescante, de sabor incomparável, clássica entre as cervejas de trigo. Harmoniza com peixes e frutos do mar, saladas, grelhados, salsichas e pratos apimentados."

Entendida a proposta do fabricante, vamos à minha resenha:

"Boa cerveja de trigo, mas não é das melhores. Espuma fraca, de baixa persistência. Coloração turva alaranjada. Aroma suave. Sabor acompanha, começando um pouco doce, mas indo rapidamente ao amargo. Não chega a ser aguada, mas definitivamente falta-lhe corpo. Cerveja média, mas tem mais nome que qualidade."
NOTA 7,5

Guinness Draught

     Sábado estive comemorando o aniversário de um amigo num Pub. Tomei a famosa Guinness e vou falar um pouco sobre ela hoje.
     A Guinness é uma cerveja irlandesa cuja história teve início em 1759, quando Arthur Guinness  alugou uma fábrica em Dublin, na Irlanda, e começou a produzir sua cerveja. Em 1862  adotou a Harpa  irlandesa como símbolo.

Com quase 300 anos de história, a cerveja Guinness é produzida com a mesma composição: malte irlandês, água de Dublin, lúpulo  e levedura.
 Agora vamos às minhas considerações:
"Aparência fabulosa: coloração preta com sua tradicional espuma bege sendo formada após alguns segundos no copo (como na foto ao lado, a espuma ainda está sendo formada), essa espuma é muito cremosa e não se desfaz até o último gole. Notas suaves de café e torrefação. Embora seja uma Stout, seu corpo é leve. Baixa carbonatação, parecendo não ter gás algum." NOTA 8,5

terça-feira, 25 de maio de 2010

Sapporo Premium

Cerveja facilmente encontrada na versão latão em supermercados. Foi difícil encontrar uma garrafa dela. Quem me trouxe uma foi uma amiga que na época trabalhava em um restaurante japonês. Foi uma grande sorte. A princípio pensei que fosse mais uma japonesa. Mas depois que provei, vi que... :


"É uma boa premium! Coloração dourada, espuma branca de média consistência e duração, deixando uma fina camada perene. No aroma e no sabor uma agradável presença de lúpulo e malte, muito bem equilibrados. Recomendo experimentar. Superou minhas expectativas que já eram boas.
NOTA 8

Kirin Ichiban

Segunda asiática, a Kirin Ichiban é uma cerveja produzida normalmente como qualquer outra, água, malte e lúpulo são presentes, mas ela tem um diferencial, também é composta de arroz. Inicialmente não pensei que fosse me surpreender. Depois me arrependi de não a ter tomado acompanhando um bom sushi. Interessante também que o nome ICHIBAN significa "número um". Pense bem, ela seria a Brahma do Japão. =D



Vamos à resenha:



"Essa lager japonesa com arroz me surpreendeu pois não esperava grande coisa. Sua coloração é dourada clara com creme de pouca formação e duração. No aroma e no sabor o malte se destaca mais que o lúpulo mas ambos com suavidade. O conjunto se mostrou bem equilibrado e refrescante com um amargor na medida e agradável retrogosto. Recomendo bem gelada."


NOTA 8

Tsingtao

No embalo das cervejas estranhas, vou falar sobre três asiáticas. Começo pela Tsingtao, uma chinesa adquirida no bairro Japonês da Liberdade, estranho não? 


Pois é, essa chinesa tem a seguinte descrição comercial: 
"A Tsingtao tem um suave sabor maltado e um e doce gosto que complementa a condimentada e saborosa cozinha asiática." - Interessante que no site dela está escrito que se pronuncia "CHING-DOW".


Minhas considerações sobre a breja:
"Super leve, bem equilibrada entre toques doces e amargos, deixa um retrogosto delicado e sem nada que incomode. Na boca fica bem cremosa e pra mim é o grande diferencial da cerveja, que apresenta um conjunto aveludado, suave e refrescante.
NOTA 7,5

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Birra Moretti

Essa é totalmente nova. Provei tem uns 5 minutos. Comprada num supermercado comum, a Birra Moretti não parecia que ia convencer, afinal a Itália é mais lembrada por sua culinária e não pela cultura cervejeira. Antes de experimentá-la, fiquei um tanto ansioso, talvez pelo fato de ela ser a primeira italiana na coleção, ou até mesmo o fato de eu ter um avô italiano. Fiquei muito animado.

Mas vamos à resenha:
"Amarela clara, espuma alta e de boa duração.
Para facilitar o entendimento geral, quando comparada com as Premium Lagers brasileiras, não muda muita coisa. Talvez um pouco mais amargar (maior presença de lúpulo), mas nada além disso.
Não percebi muitos defeitos, não apresentou oxidação.
Pra mim, a Heineken ainda leva a melhor e, se comparada com Gold e Bavaria Premium, provavelmente empatam, preciso fazer esse comparativo lado a lado."

NOTA 7,5

Edelweiss Weissbier Snowfresh

    Sou um amante das cervejas de trigo, isso é fato. Mas a Edelweiss é uma vencedora. É produzida na Áustria com grãos selecionados e de alta qualidade, água proveniente de fonte própria dos Alpes Suíços/Austríacos. A receita dessa cerveja é enriquecida com aroma de ervas alpinas e de uma flor encontrada somente nos Alpes, chamada Edelweiss (daí o nome da cerveja).
    Essa cerveja veio de uma das mais antigas cervejarias da Áustria, fundade em 1475. Mais de 530 anos de tradição em produção de cerveja. Ainda um pouco mais sobre a flor, ela significa pureza e preciosidade para os camponeses da região.

"Refrescante weiss austrí­aca, de aroma agradável frutado e notas florais de "ervas alpinas" evidente no perfume que é suavemente adocicado. Na boca logo vem o frutado, cítrico.No final resta o frescor, sobe por alguns instantes o suave adocicado e desaparece prevalecendo o cítrico refrescante. A garrafa estilizada é simplesmente linda, tem o relevo alpino esculpido no vidro. Tomada num vilarejo alpino fica mais simpática ainda, imagino eu."
NOTA 9

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Patricia

Patricia é uma cerveja uruguaia que você já deve ter tomado alguma vez. Por costume, ela é vendida nos bares mais caros, e se você encontrá-la em bares baratos, ela vai ser cara do mesmo jeito.

Comprei há algum tempo, o que mais gostei mesmo foi a garrafa, com detalhes em alto relevo. Uma beleza. =D

"De início se percebe que ela é mais seca e mais amarga que as demais da categoria. No aroma: lúpulo e cereais não maltados. A espuma é densa e permaneceu volumosa por um tempo razoável; após, deixou uma fina camada perene. Perde a graça, em razão do amargor e do final seco, ao meu ver excessivos. Compete de igual para igual com as "pilsen" produzidas pelas macrocervejarias brasileiras."  NOTA 7,5

Palma Louca

    Olá meus amigos. Hoje vou resenhar sobre 3 cervejas. Começo com a brasileira Palma Louca, uma pilsen fabricada pela FEMSA desde 2002. Ela é mais vendida fora do Brasil, sendo bem avaliada nos EUA, Inglaterra e Austrália. Vejam só que interessante o texto que colocaram no site dela:

"Oi

Me chamo Palma Louca. Isso já te diz tudo sobre mim, não diz? Sou loura, borbulhante, fácil de encontrar e dou muito prazer por pouco dinheiro.Então, vê se me pega e relaxa um pouco, combinado?
Sou produzida aqui, e, como boa brasileira, nunca deixei de ser fâ deste país maluco com tanta gente interessante e charmosa!
Um beijo!"

Vamos à minha resenha:
"Apesar do texto simpático, a Palma Louca não me agradou. Espuma branca e rala, corpo dourado claro, tem um sabor fraco que não agradaria a nenhum brasileiro, talvez por isso faça tanto sucesso nos outros países." NOTA 5

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Bohemia Clásica

Vendida pela Femsa na América Central, a Bohemia Clásica foi um presente de um antigo chefe. Me lembro de ter ficado surpreendido com a beleza da garrafa. Deixo na íntegra, a descrição comercial da cerveja:

"Uma das marcas com mais antigüidade da empresa, Bohemia é elaborada especialmente para os conhecedores de cerveja que apreciam seu diferente e impecável sabor. O desenho de sua etiqueta, do anel do gargalo e seu bico dourado, acentuam seu aspecto de exclusividade, acentuando sobriedade e elegância. Anunciada em meios exclusivos, e patrocinando torneios de golf, equitação e tênis, a marca Bohemia alcançou a distinção de ser considerada como uma das cervejas mais finas do mundo." - FEMSA

E após a pequena propaganda, vamos à minha resenha:

"Uma cerveja que impressiona pela embalagem, com detalhes em dourado, ela ganha um ar de exclusiva. Consegui sentir muito claramente o gosto de lúpulo, também um amargor sensacional. Ao final, notas florais no sabor. Sobre a espuma é a velha mesmice das Lagers pelo mundo, branca de pouco densa."
NOTA 7

quarta-feira, 19 de maio de 2010

A Família Devassa

Hoje vamos falar da família Devassa. Há dois anos atrás, a Devassa era uma pequena cervejaria que produzia cervejas artesanais de boa qualidade. Aí veio a compra da Devassa pelo Grupo Schincariol, onde recebemos ações de marketing agressivas tentando colocar a Devassa no mesmo patamar de nossas preferidas.

Começo falando das cervejas artesanais de antigamente.



 Devassa Ruiva:

"De cor âmbar, tem uma linda espuma bege que demorou a se desfazer e marcou as laterais do copo. É uma Pale Ale de qualidade, com notas de lúpulo e madeira no sabor e no aroma. Levemente amarga. Concorre de igual para igual com a Eisenbahn Pale Ale." NOTA 7,5





Devassa Negra:

"Essa breja tem aparência avermelhada bem escura, com espuma bege e densa, mas pouco duradoura.
No aroma, malte tostado em boa quantidade e um agradável toque de frutas vermelhas, bem leve. É uma boa cerveja, mas infelizmente parece adaptada ao mercado nacional, com pouca personalidade e corpo." NOTA 6





Devassa Loura:

"Feita para agradar os brasileiros, essa Devassa tem sabor um pouco metálico, o que me faz lembrar as cervejas envasadas em lata. Já temos um ponto a menos para a Loura. Ela é um pouco mais escura do que as da categoria "Puro Malte". Levemente mais amarga também. Suave demais." NOTA 5



Mas o meu objetivo mesmo era falar sobre a nova Devassa, essa que está usando do marketing e da Paris Hilton para se promover cada vez mais. Preparem-se, pois aí vem uma de minhas piores resenhas:


 Devassa Bem Loura:

 "A Devassa Bem Loura é uma típica Pilsen nacional, que já começou mal pelo índice massivo de propagandas. Mas como gosto de cervejas, teria que experimentá-la sem essas idéias na cabeça. Não teve jeito, é uma cerveja sem graça e ouso dizer que é uma Nova Schin melhorada." NOTA 4

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Grolsch Premium

    A Grolsch é uma das poucas cervejas que eu tenho duas gerações de garrafa. A da esquerda é a mais nova, lançada há 2 anos. A imagem abaixo é da garrafa antiga, que foi comercializada aqui no Brasil até o meados de 2008.

    "A primeira impressão que tive foi de um aroma forte e agradável de lúpulo. Na época eu não sabia do que se tratava, mas após comprar a garrafa mais nova já tinha apurado meus sentidos cervejísticos. Tem um sabor bem amargo, podendo ser comparada com a Heineken. Não achei tão superior às Premiuns que temos por aqui. Combina perfeitamente com amendoins (clássica porção de boteco)."

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Amstel Pulse

     Presente de minha namorada, a Amstel já começa chamando atenção pela garrafa, totalmente moderna, lembra algumas nacionais como Kaiser Summer, Skol Beats e Itaipava Fest. Mas ela tem algo a mais. A tampa é um adicional de fábrica, que dispensa o abridor. Ainda sobre a garrafa, ela foi premiada no renomado Festival de Cannes por apresentar um design único e inovador.
    "Com sua coloração dourada clara e transparente, a Amstel tem um sabor parecido com suas "primas" brasileiras, mas não nos remete o aroma de milho das nacionais pois é puro malte. Uma cerveja interessante para substituir num churrasco as nossas clássicas, é uma pedida diferente e seus amigos vão gostar."

                                     NOTA 8

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Kronenbourg 1664

 

    Cerveja comprada há alguns anos atrás, mas ainda consigo me lembrar perfeitamente do seu sabor.

    A Kronenbourg 1664 ganhou o prêmio “Brewing Industry International Awards” de melhor cerveja do ano de 2004. Procurando no site da Kronenbourg, eles dizem que o lúpulo utilizado nessa cerveja é o caviar dos lúpulos.

    "Sabor e Aroma medianos, não é leve como as nossas nacionais Brahma e Skol por exemplo. Final levemente amargo, achei refrescante."

NOTA 7

terça-feira, 11 de maio de 2010

XXXX Gold

  Meus caros amigos, essa cerveja me surpreendeu. Ganhei no último domingo, quando uma de minhas tias voltou da Austrália. Ela gosta de uma cervejinha e a única que tomou lá na Austrália, substituindo a Brahma que ela tanto ama, foi a XXXX Gold.
   Essa cerveja vem numa garrafa gordinha, muito simpática e um dos escritos em sua embalagem é Low Carb, o que já me fazia pensar que a cerveja seria um pouco mais fraca.
   "Muito popular na Austrália, o nome é pronunciado como "fourex". Inicialmente percebi uma cerveja fraca, de baixa qualidade. Mas conforme fui tomando mais goles, vi que era uma cerveja ideal para os dias de calor, bem refrescante e que cumpre o papel de uma Low Carb."

NOTA 7,5

domingo, 9 de maio de 2010

Super Bock Abadia Gold

  
     Em minha última compra de cervejas, uma havia me chamado a atenção pelo formato da garrafa. A Super Bock Abadia Gold é uma cerveja "Gourmet" que combina com sabores suaves de mariscos, peixes, massas e saladas.
     Mas bobagens à parte, eu não a provei acompanhada de alguma comida, foi a seco mesmo.
     "Coloração dourada transparente, espuma que dura mais que o normal. Realmente é frutada, lembrando um pouco pêssegos. Em resumo, uma cerveja frutada suave."

NOTA 7,5

terça-feira, 4 de maio de 2010

Hoegaarden

      Há muitos anos atrás, meu avô deu um jogo de copos para cada filha. Aqueles copos grandes que só depois eu vim a descobrir que eram do tipo TUMBLER.
      Nele havia escrito em branco o nome Hoegaarden. Como ainda era uma criança, nunca tive curiosidade de saber sobre o que se tratava. Muitos anos depois, em meados de 2006 comecei a apreciar cervejas e numa bela noite pesquisei no google aquele misterioso nome. Descobri que era de uma cerveja produzida na Bélgica.
      Comecei então minha caçada sobre cervejas, iniciando uma coleção de long necks que hoje tem mais de 150 exemplares diferentes.
      A última vez que provei essa ótima breja, foi também no último sábado, quando estava comemorando meu aniversário num belo churrasco, e estava muito sol, combinando perfeitamente com ela.
   
     Depois desse pequeno histórico, vamos à próxima resenha:

      "Essa cerveja tem um aroma frutado e cítrico, lembrando muito o aroma de laranjas. Acho que é uma ótima opção para os dias de calor. Tem uma espuma pouco densa e isso não faz a menor diferença. O que você vai querer é o líquido mesmo. Líquido opaco de cor alaranjada, sempre que pode, a Hoegaarden está em minha geladeira."

NOTA 10

Colorado Cauim

Presente de um amigo, experimentei essa cerveja no último sábado e confesso que estava um tanto embriagado para resenhar sobre a bela breja.
Sem nenhuma pessoa perceber, fui até um dos quartos da casa, peguei um papel, uma caneta, e escrevi a pequena resenha a seguir:

"Essa breja é dourada, tem uma espuma branca que some muito rápido. Deve ser uma pilsen acima da média, porque to sentindo um sabor diferente nela, parece que tem algo queimado. O cheiro é bom, refrescante.
Lembra algo queimado também. Achei boa e refrescante."

NOTA 8

Início

Olá meu povo!
Gostaria de inaugurar esse blog com um post mais legal, mas não vou.
Estou em fase de testes e sempre vou mudar alguma coisa no layout do blog até encontrar o layout perfeito. Assim que concluir o layout, começo as postagens de resenhas de cervejas. Garanto que vai ser um apanhado de informações para vocês sobre cervejas.

Um grande abraço a todos!